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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Infante D. Henrique


O Infante D. Henrique (1394-1460) foi uma das figuras mais ilustres da História da humanidade. Responsável pela expansão ultramarina que, mais tarde, desencadeou o descobrimento do mundo novo.
 Os descobrimentos portugueses foram um conjunto de viagens e explorações marítimas realizadas pelos portugueses entre 1415 e 1543. 
 Os descobrimentos resultaram na expansão portuguesa e deram um contributo fundamental para delinear o mapa do mundo impulsionados pela conquista e pela procura de alternativas às disputas do comércio no Mediterrâneo. 
 Com estas descobertas, os portugueses iniciaram a “Era dos Descobrimentos” europeus que durou do século XV até ao XVII, e foram responsáveis por importantes avanços da tecnologia náutica, cartografia e astronomia. 
 Os portugueses foram responsáveis pelo desenvolvimento dos primeiros navios capazes de navegar com segurança em mar aberto no Oceano Atlântico.
 O infante D. Henrique era o quinto filho do rei D. João I que foi o décimo rei de Portugal e fundador da Dinastia de Avis, e de Dona Filipa de Lencastre. Este casamento fortaleceu, por laços familiares, o tratado da aliança luso-britânica que permanece até aos dias de hoje. 
 Em 1414, aos 20 anos de idade, convenceu o pai a organizar uma expedição a Ceuta, que foi conquistada por ele em 1415. Esta conquista visava o controle da navegação na costa norte da África. Este feito foi considerado como o início da expansão ultramarina portuguesa. 
 A partir de então, o jovem príncipe percebeu as possibilidades de lucro existentes entre as rotas comerciais transacionais. 
 Durante séculos, a rota de escravos e do comércio de ouro ligavam a África Ocidental ao Mar Mediterrâneo. Atravessando o deserto de Saara, eram controladas por poderes muçulmanos do norte da África. D. Henrique propôs-se então saber até onde os territórios muçulmanos se estendiam, na esperança de ultrapassá-los por mar e encontrar aliados nas terras cristãs que se imaginavam existir para o sul. A sua intenção era chegar às Índias, origem do lucrativo comércio de especiarias. 
 Em 1418, D. Henrique redescobriu a ilha de Porto Santo através de seu navegador João Gonçalves Zarco e, em 1419, a Ilha da Madeira por Tristão Vaz Teixeira. Os arquipélagos da Madeira e das Canárias despertavam desde cedo, o interesse tanto dos portugueses como dos castelhanos devido a localização estratégica, vizinhos da costa da África. Em 1427, Diogo de Silves chegou ao arquipélago dos Açores. Ilhas que foram povoadas logo a seguir por ordem do Infante D. Henrique.
3ºB, Santiago de Litém 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

James Cook

James Cook nasceu em 1728, na Inglaterra. Foi explorador, navegador e cartógrafo a mando do império ultramarino britânico. Explorou a costa canadiana e fez três expedições ao Oceano Pacífico. Uma ao Pacífico Sul para ver o eclipse do Sol, em 1768; e, mais tarde, esteve no Taiti, na Nova Zelândia e na Austrália.
Depois, James Cook voltou à Inglaterra e, quando regressou ao mar, já fora promovido a comandante. Fez uma circum-navegação do mundo para explorar o Oceano Pacífico, entre 1772 e 1775. Explorou também o Oceano Antártico.
James Cook  descobriu a Nova Caledónia, a Nova Geórgia, as Ilhas de Salomão e Lealdade. Também descobriu as Ilhas Havai, em 1778 e foi lá que morreu, em 1779.  
Tiago Mendes, 4º ano, S. Simão de Litém  

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Jacques-Yves Cousteau

Jacques-Ives Cousteau era um cientista francês que estudava os oceanos e que se preocupava com o meio ambiente. Era mergulhador e fez mais de cem documentários televisivos.
       Em 1950, tornou-se comandante do navio Calypso e, em 1957, tornou-se diretor do Museu Oceanográfico do Mónaco. Em 1988, foi eleito membro da Academia Francesa.
Em 1943 inventou, com a ajuda de Émile Gagnan, um escafandro autónomo, ou seja, um equipamento de mergulho que não precisava de uma bomba de fornecimento de ar.
Tiago Mendes, 4º ano, CESSL